Aumenta a procura por Seguros Garantia, de Propriedade e RC

Em estudos levantados por Especialistas de Seguros, uma corretora faz uma análise do cenário do mercado e explica em um artigo para a SEGS as vantagens na adoção dos seguros nas empresas 

Com a retomada da economia após a pandemia grandes licitações e contratos voltam a ser firmados na área de infraestrutura. Esse cenário de melhoria contribui para o crescimento da demanda por seguros Garantia (riscos financeiros) e também por seguros nos segmentos de Propriedade e Responsabilidade Civil (Property and Casualty – P&C), modalidades que abrange os produtos de Responsabilidade Civil, Riscos de Engenharia e Risco Patrimonial. 

O registro no mercado de seguros teve um crescimento de 19,6% no primeiro semestre deste ano, em relação ao mesmo período de 2021, com faturamento de R$ 80 bilhões. Sendo o segmento de Danos e Responsabilidade está entre os três que mais cresceram, com um aumento de R$ 2,2 bilhões no faturamento. 

Esses dados são da 22ª edição do Boletim IRB+Mercado, relatório mensal da plataforma IRB+Inteligência, produzido com base nos dados publicados pela Susep (Superintendência de Seguros Privados) no início de agosto. 

Procura por Segurança para novos negócios 

As empresas de pequeno e médio porte visam adotar os seguros Garantia e P&C, o que é uma vantagem em vários cenários, principalmente quando participam de processos de licitação dos governos federal, estadual ou municipal. 

Tudo isso porque os modelos de Seguro de Garantia e os de Propriedade e Responsabilidade Civil asseguram o cumprimento das obrigações assumidas em contrato, sendo uma forma de proteger as empresas e terceiros, principalmente quando as mesmas são prestadoras de serviços em obras e concessões. 

“Com a nova Circular nº 622 da Susep, divulgada em maio, as seguradoras poderão – por demanda de mercado – personalizar seus produtos, atendendo a necessidades específicas de cada contrato e agregando mais autonomia, segurança e transparência aos envolvidos (seguradora, segurado e tomador), permitindo a adequação da apólice à natureza de cada negócio. Entramos num caminho sem volta de amadurecimento do mercado securitário no Brasil.”, acrescenta a especialista. 

Leia também: 5 Seguros Importantes para Empresas 

Apólices mais enxutas geram mais facilidade para as empresas 

Segundo a especialista Kamila Souza, a Lei das Licitações (14.133/21) exige a garantia nos processos licitatórios, via fiança bancária ou o Seguro Garantia, sendo a última mais vantajosa. 

“Na nossa visão, os seguros Garantia são interessantes para as pequenas e médias empresas porque as apólices ficam mais simples e enxutas, sendo uma solução mais barata do que a fiança bancária ou linhas de investimento, como o CDB, por exemplo. Isso significa que o custo da apólice entra como despesa de seguro, já a fiança bancária imobiliza dinheiro do caixa e entra como ativo e não despesa”, esclarece. 

Conclusão 

A procura por estar mais seguros faz com que corretoras de seguros busquem levar as melhores opções de proteção para as empresas.  

Aqui na Secury temos um time de Especialistas qualificados prontos para te ajudar a proteger o seu patrimônio. 

Fale com um Especialista e tire suas dúvidas. 

 

Tokio Marine lança Seguro Energia Sustentável

O Seguro Energia Sustentável da Tokio garante riscos de instalação, montagem e primeiro ano de operação proporcionando mais segurança aos Segurados 

A seguradora Tokio Marine, lançou um novo produto, o Seguro Energia Sustentável Integrada é voltado para equipamentos de sistemas fotovoltaicos (SFV).  

Essa nova modalidade de seguro reúne em uma única apólice os Seguros de Riscos de Engenharia, Responsabilidade Civil Obras e Riscos Nomeados/Operacionais (Porperty) para o primeiro ano de operação após a conexão do sistema fotovoltaico à rede da concessionária de energia. 

O momento para o lançamento desse produto não poderia ser mais oportuno, já que em dados divulgados pela Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), a energia solar ultrapassou em potência a geração das termoelétricas a gás natural e biomassa e se tornou a terceira fonte de energia do Brasil. 

“Estamos acompanhando de perto essa movimentação e a demanda crescente do mercado – desde grandes indústrias, e investidores de parques fotovoltaicos a pequenos e médios empreendimentos e comércios, chegando ao segmento residencial – e identificamos a necessidade de aprimorar a nossa oferta”, pontua o diretor de Seguros Patrimoniais da Tokio Marine, Sidney Cezarino. 

Sendo assim a Tokio focou em atributos principais que enriquecem essa nova modalidade de seguro, são eles: segurança, economia e facilidade no planejamento. 

“Com a união de três modalidades de seguros em uma apólice única, é possível estabelecer uma negociação antecipada, na qual a Seguradora está envolvida desde o início da obra ao final do primeiro ano de operação, conseguindo, assim, realizar todo o acompanhamento do processo. Com isso, evitamos que haja gaps na cobertura, aquela zona cinzenta da passagem dos Riscos de Engenharia para os Riscos Operacionais, atendendo da melhor forma empresários, integradores e corretores de seguros”, explica Cezarino. 

Ainda de acordo com Cezarino, o lançamento do produto segue uma diretriz mundial da Tokio Marine e já nasce sob a chancela Tokio ESG, apoiado em um pilar que visa amplificar ainda mais as iniciativas sociais, ambientais e de governança da Companhia, com foco nas melhores práticas empresariais. 

“Estamos falando de um olhar além do lucro e de um movimento da Tokio Marine voltado a ampliar o leque de produtos ofertados, por meio de uma customização planejada, para ajudar no desenvolvimento do mercado de seguros como um todo no Brasil”, conclui. 

Leia também: ESG: entenda a importância dessa sigla no mundo dos Seguros 

Vamos entender agora as principais características e coberturas do Seguro Energia Sustentável 

Riscos de Engenharia e Responsabilidade Civil

Será válido do período da Instalação e montagem do SFV até o momento da conexão na rede da concessionária. 

Coberturas: 

  • danos da natureza 
  • Incêndio 
  • Explosão 
  • Roubo ou furto 
  • Danos consequentes de erro de projeto e de risco do fabricante 
  • Despesas de desentulho e extraordinárias 
  • Responsabilidade Civil Geral e cruzada sem fundações com lucros cessantes de terceiros 
  • Responsabilidade Civil Empregador: acidentes do trabalho que resultem em morte ou invalidez permanente de empregados do Segurado (propriedades circunvizinhas sem fundações, honorários de perito e transportes e matérias a serem incorporados à obra). 

Seguro de Riscos Nomeados / Operacionais

Após a conexão à rede, passa a ser automaticamente coberto durante o primeiro ano de operação, com cláusulas beneficiárias ao comprador, tais como: 

  • Eventos de causa externa 
  • Incêndio 
  • Raio e explosão 
  • Alagamento e inundação 
  • Vendaval, furacão, ciclone e tornado, granizo 
  • Roubo e/ou furto qualificado 
  • Danos elétricos 
  • Queimadas em zona rural 

Por fim… 

É de grande importância estar sempre protegido e por isso seguros existem para fazer com que todo o seu planejamento patrimonial esteja seguro. Se ficou interessado e quer saber mais, fale com um Especialista Secury e tire suas dúvidas. 

 

Fonte: Tokio Marine, Insurtech, Canal e Energia 

Entenda os reajustes no valor do Seguro Auto

Corretores de Seguros buscam entender com as superintendentes os reajustes no Seguro Auto  

Diante de necessidades para operar a demanda das assistências 24 horas, integrado por representantes da Fenacor e da FenSeg, ampliam suas atuações em conjunto, trazendo soluções referentes as demandas da assistência. 

Além disso os superintendentes também estão em busca de solucionar outras questões relevantes, como é o aumento do preço médio do Seguro Auto. O aumento do Seguro Auto está sendo sentido em diversas regiões do País e a terceirização, pelas seguradoras, dos serviços de vistoria prévia e regulação de sinistros.  

Diante disso, após solicitação dos representantes da Fenacor no grupo de trabalho, a FenSeg apresentou as razões que justificam tais reajustes. A federação lembrou que a variação de preços atinge os mais diversos setores na economia brasileira, incluindo o mercado de seguros.  

“A precificação do Seguro Auto é pautada em bases técnicas atuariais, tendo como princípio o mutualismo. Além disso, ela sofre forte interferência das oscilações de valores dos bens segurados, dos custos de reparação e dos valores de mão de obra especializada, ou seja, de toda uma cadeia na qual o automóvel está inserido”, informou a FenSeg. 

Contudo, a Federação também acrescentou que, no Seguro Auto, como nos demais segmentos, a prática da livre concorrência oferece aos clientes a liberdade de escolher o seguro com o melhor valor e que atenda às suas necessidades. 

Leia também: Conheça as modalidades do Seguro Auto 

Lembrando que as seguradoras devem observar as normas da Susep, além de respeitar o Código de Defesa do Consumidor e, principalmente, das legislações e regulamentações especificas do setor.

A Fenseg também citou a Circular 639/21 da Susep, em vigor desde 09 de agosto do ano passado, que dispõe sobre as regras e os critérios para operação de seguros do grupo automóvel.  

Essa publicação flexibilizou a norma ao permitir a comercialização de novos produtos, além da manutenção e evolução dos existentes. 

De acordo com a FenSeg, existem outros fatores que também têm impactado na variação do preço do Seguro Auto. São eles: 

  • Redução de preços na pandemia: nesse período, a redução de risco levou à queda no preço do seguro. Já com a volta à dinâmica anterior, a tendência foi um retorno ao patamar de valores cobrados antes. 
  • Abastecimento de peças: com a crise internacional, associada primeiramente à pandemia de Covid-19 e, desde março de 2022, à Guerra na Ucrânia, tem faltado insumos para os fabricantes produzirem as peças de reposição. Essa situação causou aumento no preço das peças, por causa da falta de muitas delas, variação que é repassada para o preço do seguro. 
  • Aumento do roubo e do furto: veículos estão sendo roubados e furtados, com frequência crescente, com o objetivo do desmanche para revenda de peças, por canais irregulares. 
  • Índice de recuperação de veículos: por se tornarem alvos dos desmanches para venda de peças, a recuperação de automóveis tem se revelado um desafio cada dia maior. 
  • Outros fatores: assim como no roubo e furto, outras frequências (colisão, assistência etc.) também retornaram a índices iguais ou superiores a 2019 (pré-pandemia). 

Por fim… 

A FenSeg enfatizou que todos esses fatores podem influenciar, de alguma forma, “no aumento ou mesmo na redução dos preços do seguro auto praticados pelas seguradoras”. 

Lembre-se que a Secury conta com Especialistas para te ajudar a escolher o Seguro que melhor atende as suas necessidades. Clica no botão abaixo e tire suas dúvidas. 

 

Fonte: Fenacor, Segs 

 

 

Senado aprova projeto que muda o rol de procedimentos

Com a aprovação dos Senadores o projeto vai à sanção de Bolsonaro para aprovação do atual presidente

Senado Federal aprovou, nesta segunda-feira (29), o projeto de lei PL 2.033/2022, que impede a limitação de cobertura de tratamentos pelos planos de saúde independentemente de estar no rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde (ANS). Após votação, o texto seguiu para sua última fase que é a aprovação ou veto do atual presidente da República. 

A lista de tratamentos disponibilizada pela ANS, serve como um parâmetro do que deveria ser oferecido pelas operadoras e convênios, e deixava em aberto a concessão de tratamentos e medicamentos não listados no rol de procedimentos, o que muitas vezes acabava sendo decidido na Justiça. 

O relator do projeto, senador Romário (PL/RJ), manteve o texto aprovado pela Câmara dos Deputados, e justificou que o mais importante da proposta é que mesmo com a prescrição do tratamento pelo médico ou odontólogo, este deve atender os requisitos mínimos para não prejudicar a saúde dos pacientes. 

“Mesmo que não conste do rol de procedimentos definido pela ANS, deverá ser coberto pela operadora de saúde se atender a pelo menos um dos seguintes requisitos: ser comprovadamente eficaz, segundo as evidências científicas e plano terapêutico; ou ser recomendado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) ou por outro órgão de avaliação de tecnologias em saúde de renome internacional”, afirmou no documento. 

O senador ainda explicou no relatório que essa previsão legal tem o objetivo de pacificar o entendimento sobre a abrangência da cobertura a ser garantida pelas operadoras de saúde, que ficariam obrigadas a custear tratamentos necessários ao paciente, mesmo que eles não estejam listados no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS. 

Lembrando que o projeto PL 2.033/2022 aprovado no Senado, derruba a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), pois altera a Lei dos Planos de Saúde e disponibiliza ao consumidor mais de uma oportunidade para comprovar a necessidade do tratamento, desde que tenha embasamento científico ou tenha sido aprovado por agências de saúde internacionais. 

Relembre as diretrizes levantadas no projeto nesse artigo, clicando aqui. 

O que diz os Especialistas? 

Especialistas avaliam como a recusa de tratamentos pelos planos de saúde devido ao rol taxativo, especialmente os mais caros e complexos, terão de ser absorvidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o que pode gerar uma sobrecarga ainda maior no custo da saúde pública. 

Para o advogado Rafael Robba, especialista em direito à saúde, os consumidores não vão pleitear qualquer tipo de tratamento.

“Os requisitos do PL são muito claros. Pedidos de tratamentos experimentais ou procedimentos com fins puramente estéticos, por exemplo, não encontram abrigo no Poder Judiciário”, afirmou. 

E agora, como tudo fica? 

Com tudo agora caminhado e aprovado pelo senado, ficamos à espera da decisão do Presidente para poder continuar com todas as mudanças que esse projeto traz para os Planos de Saúde. 

Fonte: CNN Brasil