Planos de Saúde: Reajustes Empresariais em 2024

O aumento dos planos de saúde é uma preocupação constante para os trabalhadores brasileiros. Em 2024, o reajuste dos planos de saúde empresariais deve ser de 25%, o que representa um aumento significativo no orçamento familiar.

Esse aumento é causado por uma série de fatores, como a inflação, o custo dos procedimentos médicos e hospitalares, e a sinistralidade. A inflação tem sido alta nos últimos anos, o que tem pressionado os custos dos planos de saúde.

O custo dos procedimentos médicos e hospitalares também tem aumentado, devido ao avanço da tecnologia e à complexidade dos tratamentos. A sinistralidade, que é a relação entre os gastos com saúde e as receitas das operadoras, também tem aumentado, devido ao envelhecimento da população e ao crescimento da prevalência de doenças crônicas.

Esse aumento pode representar um impacto significativo na qualidade de vida dos trabalhadores, porque dificulta o acesso a serviços de saúde, como consultas, exames e cirurgias.

Além disso, o aumento pode levar os trabalhadores a optar por planos de saúde mais baratos, que podem oferecer cobertura reduzida ou restrições nos serviços.

O governo federal tem tomado algumas medidas para tentar controlar o aumento dos planos de saúde, mas essas medidas ainda não surtiram o efeito desejado. Por isso, é importante que os trabalhadores estejam preparados para lidar com esse aumento.

Aqui estão algumas dicas para enfrentar o aumento dos Planos de Saúde:

  • Negociar com a empresa para que o reajuste seja menor;
  •  Se a empresa não aceitar negociar, buscar um plano de saúde PME (CNPJ) que geralmente tem preços mais acessíveis.
  • Comparar os preços de diferentes operadoras e planos de saúde

Entenda a diferença entre os Planos de Saúde

Confira abaixo os tipos de Planos de Saúde e a suas respectivas diferenças.

1- Plano de Saúde Individual/Familiar

Os planos de saúde individuais ou familiares são regulamentados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que define um teto para os reajustes anuais, é importante considerar que esses planos também podem estar sujeitos a reajustes por mudança de faixa etária.

Porém as regras para esses ajustes são estabelecidas visando especialmente proteger os beneficiários mais idosos de aumentos excessivos, proporcionando uma abordagem mais equitativa ao considerar diferentes faixas etárias.

2- Planos Coletivos

Os planos coletivos empresariais são negociados entre as empresas e as operadoras de saúde. As empresas geralmente repassam o reajuste aos funcionários, o que pode representar um impacto significativo no orçamento familiar.

Os planos coletivos por adesão são negociados entre as operadoras de saúde e entidades de classe, como sindicatos, associações e conselhos profissionais. Os preços desses planos geralmente são mais acessíveis do que os planos coletivos empresariais, mas os reajustes também podem ser mais elevados.

Neste caso, com menor regulação pela ANS nos planos coletivos faz com que as operadoras de saúde reajustem os preços com mais liberdade. Isso pode levar a maiores reajustes.

3- Plano de Saúde Empresarial

Os planos de saúde empresariais são oferecidos por empresas a seus funcionários ou são contratados por pequenos e médios empreendedores.

Os reajustes anuais dos planos de saúde empresariais são calculados com base em uma série de fatores, incluindo a inflação, o custo dos procedimentos médicos e hospitalares, e a sinistralidade.

A sinistralidade é uma medida que representa o percentual dos gastos com saúde em relação às receitas das operadoras. Quando a sinistralidade é alta, as operadoras precisam aumentar o valor das mensalidades para compensar os gastos extras.

4- Plano de Saúde Coletivo por Adesão

Os planos coletivos por adesão são contratados por meio de associações, sindicatos ou entidades de classe. Ao contrário dos planos individuais/familiares, esses planos, assim como os empresariais, não estão sujeitos ao teto de reajuste estabelecido pela ANS.

Os reajustes dos planos coletivos por adesão costumam ser superiores aos reajustes dos planos individuais/familiares. Em 2023, os planos coletivos por adesão tiveram um reajuste médio de 25%.

Leia também: Saiba os 7 Direitos dos Idosos dentro dos Planos de Saúde

O que é um reajuste no plano de saúde?

Os reajustes são usualmente aplicados de forma anual, mas podem também ocorrer em decorrência de mudanças na faixa etária do beneficiário ou devido à sinistralidade do grupo em planos coletivos.

Os reajustes por faixa etária são aplicados aos beneficiários a partir dos 30 anos de idade. A cada ano, o valor da mensalidade aumenta em uma porcentagem determinada pela ANS. A partir dos 60 anos, o reajuste é ainda maior.

A atual fórmula para cálculo do reajuste anual vem sendo aplicada desde 2019. Essa fórmula é baseada no Índice de Valor das Despesas Assistenciais (IVDA), que reflete a variação dos custos dos procedimentos médicos e hospitalares.

Conclusão

É importante lembrar que o acesso à saúde é um direito fundamental, e que os trabalhadores devem lutar para que os custos dos planos de saúde sejam justos e acessíveis.

 

Fonte: InfoMoney

 

Reajuste dos Planos de Saúde empresariais em 2024

O aumento dos planos de saúde é uma preocupação constante para os trabalhadores brasileiros. Em 2024, o reajuste dos planos de saúde empresariais deve ser de 25%, o que representa um aumento significativo no orçamento familiar.

Esse aumento é causado por uma série de fatores, como a inflação, o custo dos procedimentos médicos e hospitalares, e a sinistralidade. A inflação tem sido alta nos últimos anos, o que tem pressionado os custos dos planos de saúde.

O custo dos procedimentos médicos e hospitalares também tem aumentado, devido ao avanço da tecnologia e à complexidade dos tratamentos. A sinistralidade, que é a relação entre os gastos com saúde e as receitas das operadoras, também tem aumentado, devido ao envelhecimento da população e ao crescimento da prevalência de doenças crônicas.

Esse aumento pode representar um impacto significativo na qualidade de vida dos trabalhadores, porque dificulta o acesso a serviços de saúde, como consultas, exames e cirurgias. Além disso, o aumento pode levar os trabalhadores a optar por planos de saúde mais baratos, que podem oferecer cobertura reduzida ou restrições nos serviços.

O governo federal tem tomado algumas medidas para tentar controlar o aumento dos planos de saúde, mas essas medidas ainda não surtiram o efeito desejado. Por isso, é importante que os trabalhadores estejam preparados para lidar com esse aumento.

Aqui estão algumas dicas para enfrentar o aumento dos planos de saúde:

  • Negociar com a empresa para que o reajuste seja menor;
  • Se a empresa não aceitar negociar, buscar um plano de saúde PME (CNPJ) ,que geralmente tem preços mais acessíveis.
  • Comparar os preços de diferentes operadoras e planos de saúde.

Entenda a diferença entre os Planos de Saúde

Confira abaixo os diversos tipos de planos de saúde.

  • Plano de Saúde Individual/Familiar

Os planos de saúde individuais ou familiares são regulamentados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que define um teto para os reajustes anuais, é importante considerar que esses planos também podem estar sujeitos a reajustes por mudança de faixa etária. Porém as regras para esses ajustes são estabelecidas visando especialmente proteger os beneficiários mais idosos de aumentos excessivos, proporcionando uma abordagem mais equitativa ao considerar diferentes faixas etárias.

  •  Planos Coletivos

Os planos coletivos empresariais são negociados entre as empresas e as operadoras de saúde. As empresas geralmente repassam o reajuste aos funcionários, o que pode representar um impacto significativo no orçamento familiar.

Os planos coletivos por adesão são negociados entre as operadoras de saúde e entidades de classe, como sindicatos, associações e conselhos profissionais. Os preços desses planos geralmente são mais acessíveis do que os planos coletivos empresariais, mas os reajustes também podem ser mais elevados. Neste caso, com menor regulação pela ANS nos planos coletivos faz com que as operadoras de saúde reajustem os preços com mais liberdade. Isso pode levar a maiores reajustes.

  • Plano de Saúde Empresarial

Os planos de saúde empresariais são oferecidos por empresas a seus funcionários ou são contratados por pequenos e médios empreendedores.

Os reajustes anuais dos planos de saúde empresariais são calculados com base em uma série de fatores, incluindo a inflação, o custo dos procedimentos médicos e hospitalares, e a sinistralidade. A sinistralidade é uma medida que representa o percentual dos gastos com saúde em relação às receitas das operadoras. Quando a sinistralidade é alta, as operadoras precisam aumentar o valor das mensalidades para compensar os gastos extras.

  • Plano de Saúde Coletivo por Adesão

Os planos coletivos por adesão são contratados por meio de associações, sindicatos ou entidades de classe. Ao contrário dos planos individuais/familiares, esses planos, assim como os empresariais, não estão sujeitos ao teto de reajuste estabelecido pela ANS.

Os reajustes dos planos coletivos por adesão costumam ser superiores aos reajustes dos planos individuais/familiares. Em 2023, os planos coletivos por adesão tiveram um reajuste médio de 25%.

Leia também: Saiba os 7 Direitos dos Idosos dentro dos Planos de Saúde

O que é um reajuste no plano de saúde?

Os reajustes são usualmente aplicados de forma anual, mas podem também ocorrer em decorrência de mudanças na faixa etária do beneficiário ou devido à sinistralidade do grupo em planos coletivos.

Os reajustes por faixa etária são aplicados aos beneficiários a partir dos 30 anos de idade. A cada ano, o valor da mensalidade aumenta em uma porcentagem determinada pela ANS. A partir dos 60 anos, o reajuste é ainda maior.

A atual fórmula para cálculo do reajuste anual vem sendo aplicada desde 2019. Essa fórmula é baseada no Índice de Valor das Despesas Assistenciais (IVDA), que reflete a variação dos custos dos procedimentos médicos e hospitalares.

Conclusão:

É importante lembrar que o acesso à saúde é um direito fundamental, e que os trabalhadores devem lutar para que os custos dos planos de saúde sejam justos e acessíveis.

Fonte: InfoMoney

Proteja Seu Lar adquirindo um Seguro Residencial

Ao escolher um seguro residencial, é essencial avaliar as coberturas oferecidas, entender as condições do contrato e ajustar a apólice de acordo com as necessidades específicas da sua casa ou apartamento, ele pode incluir cobertura contra incêndio, danos elétricos, roubos, responsabilidade civil, entre outros. 

A Pandemia contribuiu para o significante aumento de Seguros residenciais. 

A pandemia teve diversos impactos em diferentes setores, incluindo o mercado de seguros residenciais.  

Algumas das razões que podem explicar o aumento na procura por seguro residencial, temos o home office, que com a adoção massiva do trabalho remoto, muitas residências passaram a abrigar equipamentos eletrônicos valiosos, como computadores e dispositivos, aumentando a necessidade de proteção contra danos ou furtos, ou ainda com a maior utilização da casa a necessidade de ter uma assistência 24 horas. 

Pesquisa da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) revela o crescimento de 25% na contratação do seguro residencial no Brasil, no período de 2017 a 2021. “Foi realmente um crescimento bastante relevante na penetração do seguro residencial”, disse o presidente da Comissão de Riscos Patrimoniais Massificados da FenSeg, Jarbas Medeiros. 

Jarbas Medeiros disse que a pandemia do novo coronavírus (covid-19) teve participação importante no aumento do seguro residencial no Brasil, porque, à medida que as pessoas ficaram mais em casa, dedicando mais tempo ao trabalho e estudo, começaram a dar mais atenção ao local onde moram. “Houve uma ressignificação do conceito da casa. De fato, as pessoas usando muito mais, a residência está mais sujeita a danos, a todo tipo de situação”. 

Entenda algumas opções específicas que as seguradoras oferecem 

. Seguro Residencial Amplo, no qual oferece cobertura para diversos tipos de danos, como incêndios, roubos, danos elétricos, responsabilidade civil, entre outros. É uma opção mais abrangente que visa proteger contra os riscos mais importantes a que estejam sujeitos os bens objetos de cobertura. 

. Seguro Residencial Simplificado, no qual oferece uma opção mais básica que costuma incluir cobertura para incêndios, explosões e queda de raio. É uma escolha mais simples, adequada para quem busca proteção essencial. 

. Seguro Residencial para Apartamentos: esse seguro é adaptado para as necessidades específicas de quem mora em apartamentos, incluindo coberturas para áreas comuns, responsabilidade civil do condomínio, entre outros.  

. Seguro Residencial para Casas: está personalizado para atender às características de casas, podendo incluir cobertura para áreas externas, jardins, piscinas, entre outros.  

. Seguro Residencial para Aluguel (Inquilino): com destino a inquilinos, oferece proteção para bens pessoais dentro do imóvel alugado, além de responsabilidade civil do inquilino.  

. Seguro Residencial de Conteúdo: Foca especificamente nos bens e pertences dentro da residência, oferecendo cobertura para danos ou perdas desses itens.  

. Seguro Residencial de Condomínio: Destinado a condomínios, cobre áreas comuns, estruturas e oferece proteção contra riscos diversos.  

Sendo assim, contratar um seguro residencial é uma medida importante para proteger seu patrimônio seja ele de qualquer natureza. 

Leia também 

.Proteção Climáticas: O Papel do Seguro Residencial

.Investir em um Seguro Residencial ajuda nas finanças pessoais 

 

Quais as principais coberturas a se considerar em um Seguro residencial 

O funcionamento das coberturas do seguro residencial pode variar de acordo com o tipo de apólice contratada e as condições estabelecidas pela seguradora. No entanto, de maneira geral, as coberturas desse tipo de seguro costumam incluir: 

. Incêndio e Explosão: Cobertura para danos causados por incêndios acidentais ou explosões. 

. Danos Elétricos: Proteção contra danos causados por curtos-circuitos, variações de energia e outros problemas elétricos.  

. Roubos e Furtos: Cobertura para perdas de bens devido a roubo ou furto, tanto dentro quanto fora da residência.  

. Responsabilidade Civil Familiar: Garante proteção financeira caso você seja responsabilizado por danos a terceiros, como vizinhos, causados involuntariamente.  

. Vendaval, Chuva de Granizo e Impacto de Veículos: Cobertura para danos causados por fenômenos naturais como ventos fortes, granizo e impacto de veículos na estrutura do imóvel.  

. Quebra de Vidros: Proteção contra danos a vidros, como janelas e portas.  

. Despesas com Mudança: Reembolso de despesas de mudança em caso de necessidade de realocação devido a um sinistro coberto.  

. Danos a Bens no Interior do Imóvel: Proteção para bens pessoais, móveis, eletrodomésticos, entre outros, contra diversos riscos.  

. Assistência 24 Horas: Serviços de assistência ao segurado, como chaveiro, encanador, eletricista, entre outros.  

Conclusão

É fundamental revisar cuidadosamente as condições e limitações de cada cobertura ao contratar um seguro residencial, personalizando-o de acordo com as necessidades específicas do imóvel e do segurado. Além disso, estar ciente dos procedimentos a serem seguidos em caso de sinistro é essencial para garantir o adequado acionamento do seguro. 

Fonte: Uol, Portal Loft

  

Férias a Caminho: A importância do Seguro Viagem

Com a chegada das férias e fim de ano, a procura por viagens aumenta muito, e ter em mente a importância de contratar um seguro viagem é fundamental para que possa usufruir plenamente esse merecido descanso, seja em família, com amigos, sozinho, mochilão, intercâmbio, etc… 

Na verdade ninguém contrata um seguro viagem na expectativa de ter que usar, porém imprevistos de diversas natureza podem ocorrer, e saber que está protegido é garantia de paz e segurança. 

Com certeza, a escolha do tipo de seguro de viagem é muito importante para garantir uma cobertura adequada às necessidades específicas, a começar por definir se será uma viagem Nacional ou Internacional. 

Por exemplo, se você vai fazer uma viagem para a Europa, saiba que o seguro viagem é obrigatório para os países que fazem parte do Tratado de Schengen. 

Já para quem vai viajar para um outro estado no Brasil, é aconselhável verificar se o plano de saúde possui cobertura nacional, pois se for regional vale a pena contratar um seguro viagem, garantindo assim que o viajante possa ter uma assistência médica hospitalar. 

Tratado de Schengen: o que é, e como funciona  

Em 1985 foi assinado o acordo de Schengen, uma das principais determinações é a obrigatoriedade da contratação de um Seguro Viagem e visto para os países que fazem parte deste acordo, que atualmente contam com 27 países, e é conhecido como Espaço Schengen. 

Esse tratado visa a eliminação progressiva de controles nas fronteiras, estabelecendo regras para a entrada e saída daqueles que são naturais de outras partes do mundo. 

Para os brasileiros, a entrada nos países do tratado é descomplicada, não requerendo visto, mas é essencial atender a requisitos específicos. Documentos como passaporte válido, comprovantes de hospedagem, comprovações financeiras, passagem de retorno e seguro viagem em conformidade com o tratado são obrigatórios para circulação. 

E como o seguro viagem pode te ajudar? 

Quando optamos pelo seguro viagem estamos adquirindo uma proteção valiosa contra custos inesperados. Essa escolha evita que você precise arcar com despesas elevadas em situações imprevistas. 

Desta forma, além de abranger despesas médicas, hospitalares e odontológicas relacionadas a acidentes ou doenças durante a viagem, os planos proporcionam uma gama completa de serviços para garantir sua saúde em diversas situações. 

Alguns planos oferecem a conveniência da telemedicina para casos mais simples ou um primeiro atendimento, oferecendo uma solução ágil e acessível para consultas médicas à distância. 

Além das coberturas médicas, os planos incluem reembolsos de despesas relacionadas a atrasos de vôo, extravio de bagagem, necessidades farmacêuticas e assistência constante em português, garantindo que os segurados tenham ajuda a qualquer momento durante a viagem.  

Leia também: Seguro Viagem: seu aliado contra imprevistos nas férias 

Algumas dicas importantes na contratação de um seguro viagem 

  • Lembrar sempre de comparar as coberturas  
  • Escolher o Seguro mais adequado ao seu destino de viagem 
  • Considerar a franquia, pois em alguns casos podem reduzir o valor do seguro 
  • Procure se informar sobre descontos especiais, muitas seguradoras oferecem desconto a estudante, idosos, entre outros 
  • Checar a avaliação e reputação da Seguradora, isso pode dizer muito sobre a qualidade do serviço  

Principais coberturas de Seguro Viagem para lembrar na hora da contratação 

  • Cobertura médica, hospitalar, odontológica e medicamentos 
  • Cobertura para repatriação em caso de doença ou acidente 
  • Cobertura para translado de corpo em caso de falecimento 
  • Cobertura para cancelamento e, ou interrupção de viagem 
  • Cobertura para extravio e, ou danos  de bagagem 
  • Cobertura para despesas legais 
  • Cobertura para danos causados a terceiros 
  • Cobertura para esportes ou atividades específicas planejadas   

Conclusão 

Lembre-se que o seguro viagem funciona como um plano de saúde temporário, considerando o tempo que o viajante vai ficar e o destino, garantindo indenização em caso de imprevistos. Desta maneira contrate um seguro e desfrute cada momento da sua viagem com total segurança. 

Fonte: G1, Ministério do Turismo