Argentina exige Seguro Viagem para brasileiros

Se você está de malas prontas para conhecer a Argentina, é bom ficar por dentro das novas regras: a partir de maio de 2025, passou a ser obrigatório apresentar um Seguro Viagem com cobertura médica para entrar no país. 

A medida afeta diretamente os turistas brasileiros e tem como objetivo proteger tanto os viajantes quanto o sistema de saúde argentino. Afinal, imprevistos podem acontecer e ter um seguro em mãos faz toda a diferença na hora de aproveitar a viagem com tranquilidade. 

O que muda com a obrigatoriedade do seguro? 

Agora, para cruzar a fronteira, seja de avião ou de carro, o viajante deve contratar um seguro que cubra, no mínimo, assistência médica em caso de urgência ou acidente. O comprovante da apólice pode ser solicitado já na imigração argentina. 

Além disso, o Seguro Viagem continua oferecendo vantagens como: 

  • Cobertura para extravio de bagagens 
  • Cancelamento ou interrupção de viagem 
  • Assistência jurídica em emergências 
  • Atendimento em português 24 horas 

Leia também: Seguro Viagem x Assistência Viagem: tem diferença?

Seguro Viagem Porto: ideal para América Latina 

A Porto oferece um plano específico para a América Latina com cobertura médica e assistências completas, além de vantagens extras como: 

  • Cobertura para viagens de carro acima de 100 km 
  • Reembolso de despesas médicas e hospitalares 
  • Suporte em todo o território argentino 
  • Facilidade na contratação e atendimento personalizado 

Por que essa mudança foi feita? 

De acordo com o Ministério da Saúde da Argentina, a nova exigência visa evitar a sobrecarga do sistema público de saúde com turistas que não possuem cobertura. A decisão está alinhada com outros países da região que já adotam medidas semelhantes, garantindo mais segurança e responsabilidade ao fluxo internacional de viajantes. 

Dica: não deixe para última hora! 

O Seguro Viagem é mais do que uma exigência: é uma tranquilidade para lidar com imprevistos, especialmente em outro país. Contratar um bom seguro com antecedência evita estresse e garante que você cumpra todas as normas de entrada. 

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Fonte: Porto

RH e Saúde Organizacional: um papel estratégico 

A saúde organizacional é um dos pilares mais importantes para o sucesso e a longevidade de qualquer empresa. Em um cenário onde o bem-estar dos colaboradores influencia diretamente nos resultados do negócio, o setor de Recursos Humanos deixa de ser apenas operacional para assumir uma função estratégica.  

Além do que, o RH moderno atua como agente de transformação, promovendo ações que vão além dos benefícios básicos e criando uma cultura de cuidado, equilíbrio e produtividade. 

Neste artigo, vamos explorar como o RH pode e deve ser protagonista na construção de ambientes mais saudáveis, sustentáveis e engajados, utilizando ferramentas como programas de prevenção, apoio à saúde mental, e benefícios como o seguro saúde empresarial. 

Mais do que cuidar, é antecipar… 

Promover saúde não é apenas intervir quando algo já está errado. O RH moderno atua de forma preventiva, criando ações que estimulam hábitos saudáveis, reduzem o estresse e fortalecem o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Isso pode incluir: 

  • Programas de qualidade de vida e saúde mental; 
  • Flexibilidade de horários ou home office; 
  • Palestras e workshops sobre autocuidado; 
  • Parcerias com planos de saúde e seguros acessíveis. 

Leia também: Plano de Saúde com coparticipação: Vale a pena?

Seguro Saúde como aliado do bem-estar corporativo 

Um benefício muito valorizado e estratégico é o seguro saúde empresarial. Com ele, o RH oferece mais segurança aos colaboradores e reforça o compromisso com a saúde da equipe.  

Quando o plano é bem estruturado, com cobertura sob medida para o perfil da empresa, os resultados aparecem: redução de faltas, maior satisfação e retenção de talentos. Mas claro que tudo isso vem junto com uma boa consultoria por trás que ajuda o RH a escolher o melhor benefício para sua estratégia organizacional. 

Cultura de cuidado impacta resultados 

Colaboradores saudáveis e motivados entregam mais, permanecem mais tempo na empresa e ajudam a criar um ambiente positivo. Ou seja, cuidar da saúde organizacional não é apenas uma obrigação ética, mas também uma decisão inteligente para o negócio. 

Como a Secury pode ajudar? 

Na Secury, auxiliamos empresas a construírem estratégias de saúde organizacional através de seguros personalizados. Seja para plano de saúde, seguro de vida em grupo ou programas de bem-estar, oferecemos soluções completas e com suporte humanizado para o RH. 

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Fonte: ABQV 

Seguro Viagem x Assistência Viagem: tem diferença? 

Seguro viagem é um item essencial para quem vai embarcar, principalmente em destinos internacionais. Mas, na hora de contratar, muita gente se depara com um termo que causa confusão: assistência viagem. Afinal, tem diferença? Ou os dois significam a mesma coisa? 

A resposta curta é: hoje em dia, quase não há diferença, mas entender como esses termos surgiram e como funcionam pode te ajudar a fazer uma escolha mais consciente e evitar dores de cabeça no meio da viagem. 

O que é Seguro viagem? 

O Seguro Viagem é um produto regulado pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), criado para proteger o viajante contra imprevistos durante o trajeto ou estadia: despesas médicas e hospitalares, extravio de bagagem, cancelamento de voos, entre outros. 

Antigamente, esse tipo de seguro funcionava com reembolso: se você passasse por uma emergência, pagava do seu bolso e, depois, apresentava notas e documentos para pedir o ressarcimento à seguradora. Esse modelo ainda existe e pode ser útil em locais onde não há rede credenciada, mas hoje o seguro vai além disso. 

O que é Assistência viagem? 

A assistência viagem surgiu com uma proposta diferente: atendimento imediato e prático, por meio de uma rede própria de prestadores. Ou seja, em vez de pagar e pedir reembolso, o viajante entra em contato com a central da empresa e é direcionado para o hospital ou clínica credenciada, sem custos extras na hora do atendimento. 

Esse modelo é mais confortável, e com o tempo foi sendo integrado aos planos de seguro viagem oferecidos pelas principais seguradoras. 

Leia também: Férias a caminho: A importância do Seguro Viagem

E hoje? Ainda existe diferença? 

Com a regulamentação atual da SUSEP, o produto “seguro viagem” passou a englobar os dois modelos: assistência + reembolso. Ou seja, ao contratar um seguro, você tem acesso tanto à rede conveniada quanto à possibilidade de buscar atendimento por conta própria e ser reembolsado depois. 

A nossa parceira Porto, por exemplo, já oferece planos completos com essa abordagem integrada. Os seguros contam com atendimento 24h em português, suporte médico no exterior, cobertura para esportes e gestantes, entre outras facilidades, e o melhor, tudo em um só produto. 

E tem mais: a Porto está com uma promoção especial até o fim de julho. Quem contrata o seguro viagem durante esse período ganha até 45% de desconto no Seguro Viagem escolha o seu plano ideal e parcele em até 12x sem juros. É uma ótima oportunidade pra quem está com viagem marcada e ainda não garantiu a proteção ideal. 

Por que isso importa? 

Entender essa diferença (ou melhor, essa integração) é essencial para não cair em pegadinhas. Existem empresas que ainda vendem apenas “assistência”, com cobertura limitada e sem garantia de reembolso em caso de atendimentos fora da rede. 

Além disso, muitos países exigem cobertura mínima para entrada, como os da Europa que fazem parte do Tratado de Schengen. Nesse caso, somente o seguro com assistência completa é aceito. 

Qual escolher? 

Hoje, o ideal é buscar planos que ofereçam os dois formatos de atendimento, como fazem grandes seguradoras. Assim, você viaja com liberdade: se tiver acesso à rede credenciada, ótimo. Se não tiver, ainda pode usar o seguro de forma reembolsável. 

Aqui na Secury, a gente sempre orienta: mais do que comparar preços, entenda o que está incluso. O seguro viagem certo pode evitar prejuízos enormes e garantir tranquilidade desde o embarque até o retorno.  

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Ataque hacker à C&M gera urgência do Seguro Cyber

Julho mal começou e um ataque cibernético chocou o sistema financeiro. A C&M Software sofreu um ataque cibernético disruptivo que expôs vulnerabilidades críticas no sistema de liquidação brasileiro.

A prestadora de serviços, responsável por conectar instituições menores ao Banco Central e ao Pix, teve suas contas-reserva invadidas e recursos desviados em uma cifra estimada em ao menos R$ 800 milhões. 

Por envolver contas de liquidação mantidas diretamente no Banco Central, o incidente não impactou contas de correntistas finais, mas sim a retaguarda da infraestrutura financeira, o que levou o Banco Central a suspender imediatamente todas as integrações da C&M até a análise dos protocolos de segurança. 

Entenda como ocorreu o ataque e o impacto real 

Os criminosos utilizaram credenciais vazadas para acessar o sistema da C&M e movimentar recursos de contas reserva de seis a oito instituições financeiras, conforme apuração da imprensa. Além do que, fontes independentes apontam que o prejuízo pode ter chegado a R$ 1 bilhão. 

Embora nenhum cliente final tenha sido diretamente afetado, o impacto operacional foi severo. O Banco Central determinou a suspensão cautelar dos serviços e exigiu auditorias e reforço nos controles antes de restabelecer parcialmente as operações. 

Especialistas classificam o ataque como um cibercrimes sofisticado de grande escala, alertando que ele expôs falhas na governança tecnológica e na dependência de fornecedores terceirizados sem controle adequado. 

Seguro Cyber como escudo estratégico 

Esse episódio evidencia que prevenção tecnológica não é mais suficiente. O Seguro Cyber, quando bem estruturado, oferece cobertura para: 

  • Perdas financeiras e fraudes decorrentes de invasões em sistemas terceirizados; 
  • Custos operacionais pela paralisação de serviços e recuperação de dados; 
  • Responsabilidade civil, multas regulatórias e impactos reputacionais; 
  • Assistência especializada com resposta a incidentes e gestão de crise. 

Em circunstâncias como essa, o seguro cyber não apenas protege o caixa da empresa, mas também ajuda a restaurar operações com rapidez, algo crítico quando falhas ocorrem na conexão digital de empresas com sistemas vitais como o Pix. 

O que o caso C&M ensina sobre Seguro Cyber e gestão de risco 

A crise deixa algumas lições fundamentais para qualquer organização digital: 

  1. Checklist de segurança em fornecedores especialmente quem funciona como elo com sistemas governamentais ou regulados. 
  1. Plano de resposta a incidentes (IRP) ativo e testado, para agir rapidamente diante de invasões. 
  1. Treinamento contínuo para equipes, com foco em prevenção de phishing e controles de credenciais. 
  1. Integração de seguro cyber ao plano de continuidade, com apólice adequada ao perfil de risco da empresa. 

Leia também: Confira 4 dicas de como escolher o seu Seguro Cyber

Conclusão: o momento de agir é agora 

O ataque à C&M Software, com prejuízos estimados entre R$ 800 milhões e potencialmente até R$ 1 bilhão, serve como alerta de que a segurança digital é um tema estratégico e urgente. Instituições que dependem de infraestrutura digital deveriam ter o seguro cyber como parte essencial da sua proteção. 

Afinal, não se trata apenas de tecnologia, mas de garantir a continuidade e a confiança dos stakeholders diante de eventos adversos imprevisíveis. 

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Fontes: InfoMoney, O Globo, Poder360