Prevenção da Obesidade: o cuidado com a saúde.

Dentre as importantes datas que celebramos em outubro, como outubro rosa, dia mundial da saúde mental ,dia mundial da paralisia cerebral, dia mundial da visão, entre outros, destacamos no artigo desta semana o Dia nacional de prevenção da obesidade.

No dia 11 de outubro, o Brasil celebra o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade, uma data dedicada à conscientização sobre um dos maiores desafios de saúde pública da atualidade.

A obesidade deixou de ser apenas uma questão estética e passou a ser reconhecida como uma doença crônica multifatorial, que impacta diretamente a qualidade de vida, aumenta os riscos de complicações de saúde e sobrecarrega o sistema de saúde.

O estigma relacionado ao peso ou à obesidade ocorre quando pessoas com excesso de peso são alvo de abusos verbais e/ou físicos, resultando em marginalização, exclusão e discriminação. Trata-se de uma das formas de preconceito mais comuns enfrentadas por quem vive com obesidade, manifestando-se por meio da gordofobia, caracterizada por atitudes, comportamentos e ações depreciativas direcionadas ao corpo e ao peso dos indivíduos.

O que é a obesidade?

A obesidade é caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal, geralmente diagnosticada por meio do Índice de Massa Corporal (IMC). 

Embora seja um indicador simples, os fatores de risco da obesidade são múltiplos e vão além da simples ingestão de calorias em excesso, ela envolve muito mais do que números na balança: trata-se de uma condição que pode ser influenciada por fatores genéticos, metabólicos, emocionais, sociais e comportamentais.

Por que a prevenção é tão importante?

A obesidade está diretamente ligada ao desenvolvimento de diversas doenças crônicas, como:

  • Hipertensão arterial
  • Diabetes tipo 2
  • Doenças cardiovasculares
  • Apneia do sono
  • Alguns tipos de câncer
  • Problemas nas articulações

Além disso, também pode afetar a saúde mental, contribuindo para quadros de ansiedade, depressão e baixa autoestima.

Como prevenir a obesidade?

A prevenção passa por escolhas conscientes e sustentáveis no dia a dia:

  • Alimentação equilibrada: priorizar frutas, legumes, verduras, grãos integrais e reduzir o consumo de ultraprocessados.
  • Atividade física regular: pelo menos 150 minutos de exercícios moderados por semana, como caminhadas, corridas, ciclismo ou esportes.
  • Acompanhamento profissional: médicos e nutricionistas podem ajudar a adotar estratégias personalizadas.
  • Sono de qualidade e controle do estresse: fundamentais para o equilíbrio hormonal e o bem-estar geral.

E como prevenir a obesidade infantil?

Alimentação saudável desde cedo

  • Incentivar o consumo de frutas, verduras, legumes, feijão, arroz, carnes magras e laticínios sem excesso.
  • Reduzir o consumo de ultraprocessados: refrigerantes, salgadinhos, biscoitos recheados, fast food.
  • Evitar excesso de açúcar e bebidas adoçadas.
  • Estabelecer horários regulares para as refeições, evitando “beliscar” o tempo todo.

Incentivo à atividade física

  • Estimular brincadeiras ao ar livre, esportes, caminhadas em família.
  • Reduzir o tempo em frente a telas (TV, videogame, celular), recomendando no máximo 2 horas por dia.
  • Tornar a movimentação parte da rotina diária, como subir escadas ou caminhar pequenas distâncias.

Ambiente familiar saudável

  • Dar o exemplo: os pais são modelos de comportamento para as crianças.
  • Fazer refeições em família, evitando distrações como TV ou celular à mesa.
  • Não usar comida como recompensa ou castigo.

Sono adequado

  • Manter rotina de sono de acordo com a idade da criança.
  • Crianças que dormem pouco têm maior risco de desenvolver obesidade devido ao desequilíbrio hormonal

Fatores importantes que influenciam na obesidade:

Fatores biológicos e genéticos

  • Histórico familiar de obesidade.
  • Alterações hormonais e metabólicas (ex.: hipotireoidismo, resistência à insulina).
  • Idade (o metabolismo tende a desacelerar com o tempo).
  • Sexo (as mulheres têm maior predisposição por questões hormonais).

Fatores comportamentais

  • Má alimentação, com excesso de ultraprocessados, gorduras saturadas, açúcares e bebidas alcoólicas.
  • Sedentarismo e baixa prática de atividade física.
  • Sono irregular e de má qualidade.
  • Tabagismo e consumo excessivo de álcool.

Fatores emocionais e psicológicos

  • Ansiedade, depressão e estresse, que podem levar à alimentação compulsiva.
  • Relação emocional com a comida como forma de recompensa ou alívio.

Fatores ambientais e sociais

  • Estilo de vida moderno, com longos períodos sentados e pouco gasto energético.
  • Ambientes urbanos que dificultam a prática de atividade física.
  • Acesso limitado a alimentos saudáveis devido a questões econômicas.
  • Publicidade e oferta constante de alimentos industrializados.

Leia tambémApoio e Informação: Como Enfrentar os Transtornos Alimentares – Secury

Enfim, a  prevenção da obesidade é um compromisso com a qualidade de vida.

Pequenas escolhas diárias, como manter uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas, dormir bem e cuidar da saúde emocional, fazem toda a diferença

Investir nesses hábitos é garantir mais energia, bem-estar e proteção contra doenças no presente e no futuro.

Falar sobre prevenção salva vidas. E talvez, com o tempo, também salve relações, famílias e futuros. 

Se precisar de ajuda procure, você não está sozinho. 

Fonte: Prevenção e tratamento da obesidade sem gordofobia: como o SUS pode (e deve) se organizar nesse sentido — Ministério da Saúde

Setembro Vermelho: atenção à saúde do coração

O mês de setembro foi escolhido em alusão ao Dia Mundial do Coração, celebrado em 29 de setembro. 

Este movimento nacional de conscientização denominado como Setembro Vermelho, convida cada pessoa a refletir sobre a importância de manter o coração saudável. A campanha foi oficializada em 2023 pela Lei nº 14.747, mas já era realizada de forma extraoficial desde 2014.  

O mês foi escolhido em razão do Dia Mundial do Coração, celebrado em 29 de setembro, data que simboliza a necessidade de prevenção contínua contra as doenças cardiovasculares. 

Por que o Setembro Vermelho é tão importante 

As doenças cardiovasculares, como infarto, AVC e insuficiência cardíaca continuam entre as principais causas de morte no Brasil e no mundo.  

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), milhões de pessoas perdem a vida todos os anos em decorrência de problemas cardíacos, muitos dos quais poderiam ser evitados com hábitos saudáveis e acompanhamento médico. 

Essas doenças costumam se desenvolver de forma silenciosa. Hipertensão, colesterol alto, diabetes, tabagismo, obesidade, estresse crônico e sedentarismo são alguns dos fatores de risco que, quando combinados, aumentam consideravelmente as chances de complicações graves. 

 Leia também: Saiba o que passa a ter cobertura obrigatória pelos planos de saúde – Secury

Prevenção: o melhor caminho 

A boa notícia é que grande parte dos problemas cardíacos pode ser prevenida. Algumas atitudes simples no dia a dia fazem enorme diferença: 

  • Alimentação balanceada: Priorize frutas, verduras, legumes, grãos integrais e proteínas magras. Reduza o consumo de sal, açúcar e gorduras saturadas. 
     
  • Prática regular de atividade física: Caminhadas, corridas leves, ciclismo ou qualquer exercício que movimente o corpo por pelo menos 30 minutos na maioria dos dias da semana. 
     
  • Controle do estresse e do sono: Dormir bem e adotar técnicas de relaxamento, como meditação ou respiração profunda, ajudam a manter a pressão arterial em níveis adequados. 
     
  • Check-ups médicos periódicos: Consultas regulares e exames preventivos são fundamentais para detectar alterações precocemente e iniciar o tratamento adequado. 
     
  • Abandono do cigarro e moderação no álcool: Medidas essenciais para reduzir significativamente o risco de infarto e outras doenças cardíacas. 

O papel da comunidade e da informação 

O Setembro Vermelho também reforça a importância da educação em saúde.  

Escolas, empresas, órgãos públicos e instituições de saúde podem promover palestras, caminhadas, campanhas de doação de sangue e ações de incentivo a hábitos saudáveis.  

Quanto mais informação a população receber, maiores serão as chances de prevenir complicações e salvar vidas. 

Conclusão: 

Embora o mês de setembro seja o marco da campanha, o cuidado com o coração deve ser diário. Adotar hábitos saudáveis é um compromisso de longo prazo que se traduz em mais energia, disposição e qualidade de vida. 

Se você quer saber mais sobre prevenção das doenças cardiovasculares e saúde no geral, fale com um de nossos especialistas.

Fonte: Setembro Vermelho. Campanha alerta para prevenção das doenças cardiovasculares | Jornal A Voz da Serra 

O coração pede cuidado: por que as doenças cardiovasculares preocupam — Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares 

Seguro no Planejamento Financeiro Familiar 

Ao formar uma família, as responsabilidades crescem de maneira significativa.  

Proteger quem você ama passa a ser prioridade. Casa própria, carro, educação dos filhos, empréstimos e outras obrigações financeiras exigem atenção constante. 

Por isso, ter uma proteção financeira sólida é essencial. 

Por que incluir o seguro no orçamento 

  • Proteção do patrimônio: Um carro, a casa própria ou mesmo o negócio da família podem sofrer perdas inesperadas. O seguro evita que uma única ocorrência comprometa anos de trabalho. 
     
  • Segurança para os dependentes: Seguros de vida e saúde garantem que, mesmo em situações difíceis, a família não fique desamparada financeiramente. 
     
  • Previsibilidade de gastos: Com um valor fixo mensal ou anual, o seguro transforma riscos imprevisíveis em uma despesa planejada. 

Como escolher o Seguro de Vida Ideal? 

O seguro de vida é uma ferramenta poderosa de proteção financeira, mas a variedade de opções pode gerar dúvidas. 

Para garantir que sua escolha atenda às necessidades da sua família e do seu orçamento, considere os pontos a seguir: 

Avalie seu momento de vida 

  • Solteiros ou casais sem filhos: Foque em coberturas que protejam dívidas e garantam recursos para eventuais despesas médicas ou funerárias. 
     
  • Famílias com dependentes: Considere uma cobertura que garanta o sustento dos dependentes e despesas futuras, como educação. 
     
  • Aposentados: O seguro pode ser uma forma de planejamento sucessório, ajudando a evitar custos de inventário. 
     

Calcule o capital segurado 

O valor da indenização deve cobrir: 

  • dívidas atuais, 
     
  • despesas familiares por pelo menos 5 a 10 anos, 
     
  • e objetivos de longo prazo, como estudos dos filhos. 
     

Compare tipos de cobertura 

  • Seguro de vida tradicional: paga indenização em caso de falecimento. 
     
  • Seguro com cobertura por invalidez ou doenças graves: oferece suporte em situações de perda de renda. 
     
  • Seguro resgatável: permite acumular parte do valor investido ao longo do tempo. 
     

Verifique exclusões e carências 

Leia atentamente as condições gerais para entender o que não é coberto, prazos de carência e requisitos para acionar o seguro. 

Ajuste ao orçamento 

O seguro precisa caber no seu planejamento financeiro sem comprometer outras prioridades. Avalie também a possibilidade de reajustes anuais. 

Conte com uma corretora de confiança 

Um corretor especializado analisa seu perfil, compara propostas e garante que você pague apenas pelo que realmente precisa. 

Leia também: A procura pelo Seguro de Vida aumenta no Brasil – Secury 

Conclusão: 

Escolher o seguro de vida ideal é um investimento em tranquilidade.  

Ao avaliar suas necessidades, calcular o capital adequado e contar com orientação profissional, você garante que sua família estará protegida, independentemente do futuro. 

Se você quer saber mais sobre como proteger seu patrimônio, garantir estabilidade em imprevistos, preservando o padrão de vida, fale com um dos nossos especialistas e faça uma simulação gratuita! 

Fonte: Planejamento Financeiro e A Importância do Seguro 

            Seguro de vida como aliado no planejamento financeiro das famílias Azos,       Federação Nacional de Previdência Privada e Vida, FenaPrevi, Rafael Cló, Seguro de vida 

Setembro Amarelo: Promovendo uma cultura de cuidado

Desenvolvendo uma cultura de saúde mental e bem-estar

O mês de setembro é internacionalmente conhecido como o período dedicado à conscientização sobre a prevenção do suicídio, buscando romper tabus, incentivar o diálogo e fortalecer a rede de apoio emocional.

Essa campanha reforça a necessidade de tratarmos esse tema com seriedade e empatia, reconhecendo sua urgência e importância, mesmo sendo um assunto delicado.

Promovendo o bem-estar na sua organização

Escutar com empatia, acolher sem julgar e oferecer apoio real são passos essenciais para construir uma cultura de cuidado, não apenas em setembro, mas durante todo o ano.

Sinais como, mudanças de comportamento, humor, e traços físicos são alertas e nunca devem ser negligenciados.

Fique atento ao isolamento, recusa em almoçar com os colegas ou silêncio incomum nas reuniões, alternar irritabilidade e euforia, ou ainda alterações físicas como emagrecimento repentino e olheiras.

Infelizmente, muitas pessoas que enfrentam crises emocionais não encontram suporte adequado. Ainda hoje, faltam profissionais, estrutura e políticas públicas suficientes para atender a demanda da saúde mental.

É necessário ampliar o acesso ao tratamento, capacitar profissionais da educação, da saúde e da assistência social, além de promover espaços de escuta e acolhimento em todos os ambientes, da escola ao trabalho, da família à comunidade.

Leia também: Janeiro Branco: Cuidados com a Saúde Mental – Secury

A importância do diálogo

  • Ouça com atenção o que a pessoa está sentindo. Não julgue, não tenha preconceito.
  • Frases comuns que podem ser ditas por quem está em crise e que requer atenção: “Nada mais parece fazer sentido”, “Não aguento mais viver assim”, “Não vejo luz no fim do túnel”
  • Nunca dê conselhos diretivos: “Você precisa sair mais de casa”, “Você precisa esquecer isso…”, “Imagina, morrer, para com isso”. Esses conselhos não acolhem quem está em crise.
  • Ao invés disso, abra um elo de segurança e confiança: “Vamos pensar juntos numa solução”, “Estou aqui com você”.
  • Quando a confiança entre você e a pessoa estiver estabelecida não hesite em questionar abertamente a ideia de suicídio: “Você pensa em morrer?”. Isso cria espaço para que a pessoa realmente se abra.

Podemos fazer a diferença na vida de um(a) colega em crise.

  • Mostre disponibilidade e apoio. Se for do desejo dela, esteja presente em uma consulta com o psiquiatra ou psicólogo.
  • Evite que ela permaneça sozinha. Mantenha contato com familiares e amigos, pois o apoio coletivo é fundamental.
  • Lembre-se que juntos, podemos fortalecer a rede de cuidado e amparo a colegas em situações de vulnerabilidade.

Conscientização que Salva Vidas

Neste contexto, o setembro Amarelo se firma não apenas como uma campanha simbólica, mas como um movimento de mobilização social. Vestir o amarelo, compartilhar informações, promover rodas de conversa ou mesmo oferecer uma escuta atenta são atitudes que podem salvar vidas.

Mas é preciso ir além da cor e do mês: é fundamental cobrar ações concretas do poder público e da sociedade civil para garantir o cuidado contínuo e estruturado com a saúde mental.

Conclusão

Valorizar a vida é responsabilidade de todos. Reconhecer o suicídio como um problema de saúde pública é o primeiro passo para construir um futuro onde o sofrimento não precise ser vivido em silêncio e onde buscar ajuda seja uma possibilidade real, segura e humana.

Fonte: Setembro Amarelo: entenda a origem e importância da campanha

Setembro Amarelo e Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio – 10/9 | Biblioteca Virtual em Saúde MS