Plano de Saúde com coparticipação: Vale a pena? 

Na Secury Seguros, acreditamos que informação é o primeiro passo para decisões inteligentes, principalmente quando o assunto é saúde. Se você está pesquisando sobre Plano de Saúde com coparticipação e quer entender se ele é ideal para seu perfil (ou para sua empresa), este artigo é para você.  

Preparamos um conteúdo completo e atualizado com tudo que você precisa saber em 2025 antes de assinar qualquer contrato. Vamos começar a leitura? 

O que é coparticipação no Plano de Saúde? 

Coparticipação é o modelo em que o beneficiário paga uma mensalidade reduzida, mas contribui com uma parte do custo toda vez que utiliza o plano. Essa taxa pode ser um valor fixo (por exemplo, R$ 25 por consulta) ou um percentual (ex: 30% do valor de um exame). 

Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), esse valor não pode ultrapassar 40% do custo do procedimento e deve respeitar limites mensais ou anuais para proteger o consumidor. 

Por que o plano com coparticipação está em alta em 2025? 

  1. Inflação médica: O custo da saúde subiu acima da média da inflação nos últimos anos. Isso tem levado pessoas e empresas a buscar alternativas mais econômicas. 
  1. Flexibilidade para empresas e autônomos: A coparticipação é vista como uma solução de equilíbrio, garantindo cobertura sem onerar o orçamento. 
  1. Uso consciente: Quem adota planos com coparticipação tende a usar o serviço de forma mais racional, o que ajuda a manter os reajustes sob controle. 

Leia também: Saiba como priorizar a Saúde Mental no trabalho

Vantagens do plano de saúde com coparticipação 

  • Mensalidade mais acessível: Pode ser até 30% mais barato que um plano tradicional. 
  • Economia para quem usa pouco: Se você vai ao médico poucas vezes ao ano, esse modelo costuma compensar. 
  • Indicado para empresas: Ajuda no controle de uso indevido do plano e nos custos com saúde corporativa. 
  • Maior controle do orçamento: Você paga de acordo com o uso — o que pode ser vantajoso para quem tem rotina saudável. 

Desvantagens que você deve considerar 

  • Despesas extras imprevisíveis: Se precisar de muitos atendimentos em um mês, os custos sobem. 
  • Desestímulo ao cuidado preventivo: Algumas pessoas evitam ir ao médico para não pagar a coparticipação. 
  • Nem sempre é vantajoso para quem tem doenças crônicas: Pessoas que fazem uso constante do plano podem pagar mais do que pagariam em um plano tradicional. 

Quando vale a pena? 

Planos com coparticipação valem a pena para quem usa pouco o plano de saúde. Jovens saudáveis, pessoas que fazem apenas check-ups e empresas que querem economizar no benefício sem abrir mão da cobertura costumam se beneficiar bastante desse modelo. A mensalidade mais baixa é um atrativo importante. 

Por outro lado, quem tem uso frequente — como pessoas com doenças crônicas, gestantes ou idosos — pode acabar pagando mais ao longo do tempo. Nesses casos, um plano tradicional com cobertura integral costuma ser mais vantajoso. 

Dicas da Secury para escolher bem 

Antes de contratar, avalie quanto você costuma usar serviços médicos ao longo do ano. Isso ajuda a entender se a coparticipação vai gerar economia ou custo extra. Leia com atenção o contrato, verifique quais serviços têm cobrança adicional e se há limite mensal para esses valores. 

Comparar diferentes planos e simular cenários de uso também é essencial. E se tiver dúvidas, fale com um corretor. Aqui na Secury, nossos especialistas te ajudam a encontrar o plano certo de forma transparente e sem complicação. 

Fale com a Secury 

Quer saber qual é o melhor plano de saúde com coparticipação para você ou para sua empresa? 
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Fonte: Instituto UFV de Seguridade Social 

Junho, duas campanhas relevantes para a saúde.

Tanto junho Vermelho, campanha de conscientização sobre a doação de sangue, quanto junho Laranja, mês da conscientização sobre anemia e leucemia, são campanhas que mesmo tratando de temas diferentes, ambas visam conscientizar a população sobre a saúde do sangue e a importância de ações que salvam vidas. 

A complementaridade entre o junho Vermelho e o junho Laranja é significativa. 

Nesse contexto, a campanha de incentivo à doação de sangue Junho Vermelho oferece suporte essencial à causa do Junho Laranja, que tem como foco a conscientização sobre doenças hematológicas e seus tratamentos.   

Ao integrar essas duas iniciativas, o mês de junho se consolida como um período de ampla mobilização em prol da saúde do sangue, destacando a importância da solidariedade por meio da doação e da informação como ferramenta para o diagnóstico precoce e o tratamento adequado, no caso da anemia e leucemia. 

A principal meta do Junho Vermelho é garantir que os estoques de sangue e seus componentes estejam sempre abastecidos nos hemocentros, garantindo o funcionamento do sistema de saúde.  

O sangue coletado é utilizado em diversas situações, como: 

  • Emergências: Vítimas de acidentes, queimaduras graves ou cirurgias de urgência que precisam de transfusões imediatas para sobreviver. 
  • Tratamentos contínuos: Pessoas com doenças crônicas, como anemia falciforme, talassemia, hemofilia ou em tratamento contra o câncer (quimioterapia e radioterapia), dependem de transfusões regulares para manter a qualidade de vida. 
  • Cirurgias eletivas: Muitos procedimentos cirúrgicos programados só podem ser realizados com a garantia de sangue disponível, assegurando a segurança do paciente durante e após a operação. 

Os hemocentros em todo o Brasil passam por um desafio recorrente, que é a queda significativa no número de doadores de sangue nos meses de frio, por isso a importância de campanhas como esta, onde o Ministério da Saúde incentiva a doação voluntária e regular de sangue e promove a doação como um gesto altruísta que pode salvar vidas. 

No Brasil, o Ministério da Saúde define critérios específicos para a doação de sangue, sendo eles: 

  • Ter entre 16 e 69 anos (menores de 18 devem apresentar autorização dos responsáveis). 
  • Pesar, no mínimo, 50 kg. 
  • Estar em boas condições de saúde. 
  • Não ter ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores à doação. 
  • Estar alimentado, evitando refeições gordurosas antes da coleta. 

Enfim, buscar a visibilidade para o tema serve para educar sobre quem pode doar, os benefícios da doação e para combater mitos e medos que ainda afastam muitos possíveis doadores. 

Já Junho Laranja foca na conscientização sobre a anemia e a leucemia, duas condições que afetam o sangue e a medula óssea.  

A anemia é uma condição muito comum, mas ainda causa muitas dúvidas nas pessoas. Já a leucemia, apesar de ser mais rara, também merece atenção, pois é o tipo de câncer mais comum em crianças. 

Em geral, uma pessoa “anêmica” pode apresentar um conjunto de sintomas que refletem a baixa quantidade disponível de glóbulos vermelhos na circulação sanguínea, causando, fadiga, falta de ar aos esforços e/ou em repouso, palpitações, claudicação, sonolência e confusão mental.  

O tratamento da anemia, de forma geral, tem como objetivo aumentar os níveis de hemoglobina e corrigir a deficiência de nutrientes no sangue, mas é importante reforçar e destacar que a anemia é apenas um sinal de que existe uma doença e que, portanto, necessita de uma investigação da causa que resultou na anemia. 

Já a leucemia é o câncer mais frequente em crianças e um dos mais comuns no mundo, e caracteriza-se como uma doença maligna dos glóbulos brancos, que afeta o sangue e a medula óssea.  

Ela pode ser classificada em relação à velocidade de evolução (aguda ou crônica) e pelo tipo celular predominantemente afetado (linfoide ou mieloide). 

Sintomas mais comuns: 

  • Cansaço excessivo 
  • Febres frequentes ou infecções 
  • Palidez 
  • Sangramentos ou hematomas fáceis 
  • Dores nos ossos ou articulações 
  • Aumento dos gânglios linfáticos (ínguas) 

O tratamento da leucemia varia conforme o tipo e estágio da doença, mas pode incluir: 

  • Quimioterapia 
  • Radioterapia 
  • Transplante de medula óssea 
  • Imunoterapia ou terapia-alvo (tratamentos mais modernos, quando disponíveis) 

Precisamos lembrar sempre que o diagnóstico precoce é essencial para aumentar as chances de cura. 

Portanto é fundamental cuidar sempre do seu sangue, fazendo exame de rotina que permite avaliar diversos fatores de risco para doenças, como diabetes, cardiovasculares, metabólicas, além de outras enfermidades. 

Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-com-ciencia/noticias/2025/fevereiro/leucemia-diagnostico-precoce-e-a-melhor-prevencao 

https://www.gov.br/dnocs/pt-br/assuntos/noticias/junho-vermelho-dnocs-enfatiza-importancia-de-doar-sangue

Apoio e Informação: Como Enfrentar os Transtornos Alimentares

Os transtornos alimentares (TAs) são caracterizados por padrões alimentares nocivos que impactam o consumo e a absorção de alimentos.  

Sua etiologia é multifatorial, envolvendo aspectos biológicos, genéticos, psicológicos, socioculturais e familiares.  

Os TAs mais comuns incluem anorexia nervosa, bulimia nervosa e transtorno da compulsão alimentar periódica (TCAP). 

 A anorexia nervosa manifesta-se por perda de peso significativa através de dietas restritivas, busca incessante pela magreza, distorção da autoimagem e alterações menstruais. Pessoas com anorexia geralmente se restringem bastante na alimentação, o que pode levar a deficiências nutricionais sérias e problemas de saúde graves. 

A bulimia nervosa envolve episódios de ingestão excessiva e rápida de alimentos com perda de controle, seguidos por comportamentos compensatórios inadequados para evitar o ganho de peso, como vômitos autoinduzidos, uso de medicamentos, dietas e excesso de exercícios.  

É frequente que pacientes diagnosticados com anorexia nervosa ou bulimia também tenham outras doenças psiquiátricas relacionadas. 

O TCAP é um transtorno da compulsão alimentar periódica caracterizado por episódios recorrentes de compulsão alimentar, onde a pessoa consome uma quantidade grande de comida em um curto período, sentindo que perdeu o controle durante esses episódios. No TCAP não há o comportamento compensatórios como vômito ou uso de laxantes observados na bulimia nervosa. Essas compulsões podem causar desconforto emocional, vergonha e impacto na saúde física importante.

Sintomas e sinais de alerta: 

Os sintomas variam dependendo do tipo de transtorno alimentar, mas alguns sinais de alerta comuns incluem: 

  • Preocupação excessiva com peso, forma corporal e alimentação. 
  • Restrição alimentar severa ou dietas radicais. 
  • Episódios de compulsão alimentar. 
  • Comportamentos compensatórios para evitar o ganho de peso (vômitos, laxantes, exercícios excessivos). 
  • Alterações significativas de peso (perda ou ganho). 
  • Isolamento social, especialmente em relação às refeições. 
  • Mudanças de humor, irritabilidade ou depressão. 
  • Vergonha ou culpa em relação à alimentação. 
  • Recusa em comer em público. 
  • Preocupação excessiva com calorias e rótulos de alimentos. 
  • Prática excessiva de exercícios físicos. 
  • Uso indevido de laxantes, diuréticos ou inibidores de apetite. 
  • Distúrbio da imagem corporal (ver-se com sobrepeso mesmo estando magro). 

Tratamento: 

O tratamento para transtornos alimentares geralmente envolve uma abordagem multidisciplinar, com uma equipe de profissionais de saúde, como: 

  • Psiquiatra: Para diagnóstico, tratamento de comorbidades (como ansiedade e depressão) e prescrição de medicamentos, se necessário. 
  • Psicólogo: Para psicoterapia individual, em grupo ou familiar, visando identificar e modificar padrões de pensamento e comportamento disfuncionais, melhorar a autoestima e desenvolver habilidades de enfrentamento saudáveis. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e a Terapia Baseada na Família (TBF) são abordagens eficazes. 
  • Nutricionista: Para fornecer orientação nutricional, ajudar a restabelecer padrões alimentares saudáveis e alcançar um peso adequado de forma segura. 
  • Outros profissionais: Em alguns casos, pode ser necessário o acompanhamento de clínicos gerais, endocrinologistas e outros especialistas para tratar complicações físicas. 

A internação hospitalar pode ser indicada em casos graves, quando há risco de vida devido à desnutrição ou complicações médicas. 

Os transtornos alimentares têm crescido de forma alarmante, principalmente entre os jovens. Segundo dados da Associação Médica Norte-Americana, 22,36% das crianças e dos adolescentes de 6 a 18 anos apresentam condições como anorexia, compulsão alimentar e bulimia, entre outros, ou uma combinação delas.  

Em todo o mundo, segundo a Organização World Eating Disorder, mais de 70 milhões de pessoas sejam afetadas por algum transtorno alimentar, cujos tipos mais comuns são anorexia nervosa, bulimia nervosa e transtorno da compulsão alimentar.  

Conhecer os sinais e sintomas é fundamental para buscar ajuda de profissionais especializados, como médicos, psicólogos e nutricionistas, para um tratamento adequado e uma vida saudável. 

Fonte:  Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/setembro/mais-de-70-milhoes-de-pessoas-no-mundo-possuem-algum-disturbio-alimentar

26 de maio: Dia Nacional de Combate ao Glaucoma.  

Glaucoma é um termo genérico para um conjunto de males que geram danos contínuos ao nervo óptico, vital para levar a visão do olho ao cérebro. A pressão alta no olho é um dos principais riscos, mas existem casos de glaucoma com pressão ocular normal. 

Existem diversos tipos de glaucoma, os principais tipos incluem: 

  • Glaucoma Primário de Ângulo Aberto (GPAA): É o tipo mais comum, representando cerca de 90% dos casos. Geralmente se desenvolve lentamente e sem sintomas óbvios nas fases iniciais, o que torna a detecção precoce crucial. 
  • Glaucoma Primário de Ângulo Fechado (GPAF): Também conhecido como glaucoma de ângulo estreito ou glaucoma agudo. Pode se manifestar de forma crônica (lenta e gradual) ou aguda (repentina), sendo a forma aguda uma emergência médica com sintomas como dor ocular intensa, vermelhidão, visão embaçada, halos coloridos ao redor de luzes, dor de cabeça, náuseas e vômitos. 
  • Glaucoma Congênito: É uma condição rara presente ao nascimento ou que se desenvolve nos primeiros anos de vida. Os sintomas em bebês podem incluir olhos lacrimejantes, sensibilidade à luz (fotofobia) e olhos maiores que o normal (buftalmia). 
  • Glaucoma Secundário: Surge como resultado de outras condições oculares ou sistêmicas, ou devido ao uso de certos medicamentos. As causas podem incluir inflamações oculares (uveíte, irite), catarata avançada, tumores oculares, hemorragias intraoculares, trauma ocular, diabetes (levando ao glaucoma neovascular), e o uso prolongado de corticosteroides (em colírios ou sistêmicos). 

O glaucoma pode ser causado por uma variedade de fatores, sendo os mais comuns: 

  • Acúmulo de humor aquoso que leva à pressão intraocular elevada. 
  • Histórico familiar de glaucoma. 
  • Idade avançada, com maior prevalência em pessoas acima de 60 anos. 
  • Condições médicas como diabetes e hipertensão. 
  • Uso prolongado de medicamentos como corticosteroides. 

O diagnóstico do glaucoma envolve uma série de exames oftalmológicos, já que a doença costuma ser assintomática nas fases iniciais.  

Os principais exames utilizados incluem, Tonometria (Medição da pressão intraocular), Fundoscopia (ou exame do nervo óptico), Campimetria visual (campo visual), Tomografia de coerência óptica (OCT). 

Os principais sintomas do glaucoma são:   

  • Perda gradual da visão periférica:  A pessoa pode começar a notar dificuldade em enxergar objetos ou movimentos nas laterais do seu campo de visão. 
  • Visão em túnel: À medida que a doença progride, a perda da visão periférica se intensifica, resultando em uma visão como se estivesse olhando através de um túnel. 
  • Dor ocular intensa: Comum no glaucoma de ângulo fechado agudo, a dor pode ser severa e repentina. 
  • Vermelhidão nos olhos: Também mais comum no glaucoma de ângulo fechado agudo. 
  • Visão embaçada: Pode ocorrer em diferentes tipos de glaucoma, especialmente durante os episódios agudos ou em fases avançadas 
  • Halos coloridos ao redor de luzes: Algumas pessoas relatam ver círculos de luz coloridos, especialmente à noite. 
  • Dor de cabeça: Pode acompanhar a dor ocular, especialmente no glaucoma de ângulo fechado agudo. 
  • Náuseas e vômitos: Sintomas que podem ocorrer junto com a dor ocular intensa no glaucoma de ângulo fechado agudo. 
  • Dificuldade de adaptação à escuridão: Pode ser notada em alguns casos. 
  • Sensibilidade à luz (fotofobia): Mais comum no glaucoma congênito em bebês. 
  • Lacrimejamento excessivo: Também mais comum no glaucoma congênito em bebês. 

Embora não haja cura para o glaucoma, a progressão da doença pode ser controlada com tratamentos que reduzem a pressão intraocular, como o uso de colírios, medicamentos orais, procedimentos a laser e cirurgia em casos mais graves. 

Embora nem todos os casos de glaucoma possam ser evitados, certos passos podem ajudar a minimizar o risco: 

  • Realizar exames oftalmológicos regulares, especialmente após os 40 anos. 
  • Manter um estilo de vida saudável, controlando doenças como diabetes e hipertensão. 
  • Evitar o uso indiscriminado de medicamentos como corticosteroides. 

O glaucoma, pode ter impactos significativos na vida de uma pessoa, afetando diretamente sua qualidade de vida. 

Portanto, é fundamental ressaltar que, com o diagnóstico precoce e o tratamento adequado, é possível controlar a progressão do glaucoma e minimizar significativamente esses impactos. 

A conscientização sobre a doença e a importância dos exames oftalmológicos regulares são cruciais para combater os efeitos devastadores do glaucoma. 

Fonte: https://bvsms.saude.gov.br/unidos-por-um-mundo-livre-de-glaucoma-9-a-15-3-semana-mundial-do-glaucoma/ 

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